Esse número se refere à remuneração do capital próprio do acionista e pôde ser elevada graças às melhores condições de financiamento e aos novos prazos das concessões.
Na semana passada, em São Paulo, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, havia dito que o retorno das concessões seria entre 13% e 15%, percentual que, na avaliação da ministra, é "uma taxa boa, equilibrada".
A duração dos contratos subiu dos 30 anos inicialmente previstos para 35 anos. A carência dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou de três para cinco anos. O prazo total para pagamento aumentou de 25 para 30 anos.
Figueiredo admitiu a possibilidade de não leiloar todos os lotes de rodovias e ferrovias de uma só vez. Ele justificou essa hipótese pelo grande número de lotes em que um mesmo grupo pode ter interesse.
"Estamos abertos a discutir, com o mercado, o ritmo das licitações", afirmou o chefe da EPL a investidores estrangeiros, em Nova York, na primeira etapa no exterior do "road show" organizado pelo governo para promover as concessões de infraestrutura.
Fonte: Valor Econômico
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